Uma das coisas mais importantes pra entender o panorama atual é o papel da Grande Conjunção – a conjunção de Saturno e Júpiter – na fundação do movimento ocultista.

Os ocultistas ocidentais aprenderam a importância dessa conjunção com astrólogos árabes, e há muito tempo são associados pelos cabalistas como um sinal da vinda do Messias. Eles acontecem aproximadamente a cada 20 anos, mas são percebidos como tendo um significado particular apenas a cada 400 anos ou mais. O mais recente ocorreu em 2020, e durante o Solstício de Inverno, de modo que foi celebrado pelos astrólogos modernos como a “Estrela do Natal”, e acredita-se ter sido o mesmo fenômeno que anunciou o nascimento de Cristo.

A Grande Conjunção mais significativa antes dessa época foi a de 1623, ano em que os Rosacruzes escolheram para SE ANUNCIAR ao mundo. De acordo com seus cálculos, os Rosacruzes também associaram a Grande Conjunção de 1623 com o ano de 1666, que eles também conferiram com significado messiânico, explicando por que os Rosacruzes estavam por trás da orquestração da missão de Shabbetai Zevi. E a partir daí temos o nascimento da tradição ocultista moderna, levando primeiro à fundação da Royal Society, e depois a Maçonaria, os Illuminati, os Irmãos Asiáticos e a Golden Dawn.

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