RedPill x BluePill – a falsa dialética.

Alguém aqui já compreendeu que, no filme Matrix, NEO toma a pílula vermelha “RedPill” e “sai” da Matrix (vai para uma cidades que na sequência mostrou-se irreal) enquanto no filme Lucy, a protagonista toma a pílula azul “BluePill” e ocorreu uma transformação transhumana, onde ela se funde com uma tecnologia se tornando uma espécie de Matrix, Deus Ex Machina? Os dois caminhos apresentados por Morpheus, o da mão esquerda e o da mão direta, levam à gnose – de uma forma ou de outra. É o drama do dragão azul (consciente) e do dragão vermelho (inconsciente).

Superficialmente, é uma falsa dialética. É como você só houvessem duas alternativas enganosas tendo que engolir uma delas.

De um modo mais profundo, é como se a humanidade só tivesse duas saídas: descer ao Hades (Zion, a cidade subterrânea do planeta e que também é ilusão, conforme concluído na própria sequência da primeira trilogia) ou aceitar o transumanismo, que é em sua raiz, o cérebro global de HG Wells baseado na Noosfera de Teilhard de Chardin. Isso tudo conduzido, conduzido por um psicopompo, um Virgílio de Dante, um Caronte, um deus dos sonhos Morpheus (através de um estado alterado de consciência após ingerir uma pílula mágica, uma Soma Huxleyana, uma viagem de LSD).

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